Pranxa&Leandro


 A Nossa Opinião Sobre O Sistema é:

  O sistema educacional brasileiro está estruturado em dois níveis: (1) educação básica, que abrange o ensino infantil, fundamental e médio, e (2) educação superior, que abrange a graduação e a pós-graduação.

O ensino infantil, destinado a crianças até os seis anos de 
idade, é oferecido em creches (até os três anos) e pré-escolas (dos quatro aos seis anos). O ensino fundamental tem a duração de oito anos (da 1.ª à 8.ª série). O ingresso na 1ª série se faz aos sete anos. O ensino médio tem a duração de três anos (da 1.ª à 3.ª série). A educação superior é composta pelos cursos de graduação (com duração média de cinco anos) e de pós-graduação (com duração média de dois anos e meio para Mestrado e de quatro anos para Doutorado), sendo oferecida por instituições de ensino superior – federais ou estaduais, públicas ou privadas.

Característica importante do sistema educacional brasileiro é a descentralização da competência em administrá-lo e organizá-lo. A responsabilidade pela oferta e administração de cada um dos níveis de ensino é compartilhada entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, sempre organizados em regime de colaboração. Tal organização é fundamentada em legislação federal que define uma base nacional comum (carga horária e currículo mínimos, dias letivos a serem cumpridos, realização de exames finais etc.), mas que permite, igualmente, sejam respeitadas as peculiaridades regionais.

Dessa forma, cabe à União, por um lado, coordenar a política nacional de educação – articulando os diferentes níveis e sistemas de ensino, organizando o sistema federal de ensino e financiando as instituições de ensino públicas federais – e, por outro lado, promover a educação de nível superior nas instituições federais.



Escrito por pranxa&jleandro às 10h54
[   ] [ envie esta mensagem ]




O sistema educacional brasileiro é regido pela Lei número 9.394, de 20 de dezembro de 1996 - também conhecida como Lei Darcy Ribeiro - regulamentada por resoluções do Conselho Nacional de Educação (CNE), e que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Educação essa inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, cujos objetivos são desenvolver plenamente o indivíduo e prepará-lo para o exercício da cidadania bem como qualificá-lo para o trabalho.

A educação escolar compõem-se de educação básica — abrange o ensino infantil (até seis anos de idade), o ensino fundamental (da 1.ª à 8.ª série) e o ensino médio (da 1.ª à 3.ª série); e educação superior — abrange a graduação (com duração média de cinco anos), a pós-graduação (com duração média dois anos e meio para Mestrado e de quatro anos para Doutorado).

O sistema educacional brasileiro caracteriza-se pela descentralização. Nos termos da lei, os sistemas de ensino têm liberdade de organização. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão organizar os respectivos sistemas de ensino através da cooperação. Os Estados e o Distrito Federal têm a competência, por meio das Secretarias de Educação, de organizar e oferecer o ensino fundamental e médio. Os Municípios são responsáveis por oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas e, com prioridade, o ensino fundamental.

À União cabe coordenar a política nacional de educação, articular os diferentes níveis e sistemas e exercer função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais, bem como organizar e financiar o sistema federal de ensino, promovendo nele, em especial, a educação de nível superior.




Escrito por pranxa&jleandro às 10h49
[   ] [ envie esta mensagem ]




Liberdade é uma palavra que sempre me seduziu. Qual o seu significado exato e aplicação prática são questões a que, desde cedo, devotei o melhor do meu espírito. Essa dedicação foi, cada vez mais, consolidando minhas convicções liberais. Ao longo dos anos fui sabendo de muitos ex socialistas. De ex comunistas então nem se fala, tem um montão. Mas instigando o querido leitor: conhece algum ex liberal, um só ? Encontrei muitas definições - longas e curtas - de liberdade, mas a que mais me tocou foi a de Ortega e Gasset no seu célebre "Reflexões sobre a técnica". Lá está livre, leve e solta: "liberdade é a ausência de coerção". E mais não diz nem é preciso. Assim como o capitalismo é a liberdade no campo econômico, a democracia também o é no político. O voto obrigatório no Brasil, além de ser uma agressão à liberdade individual, é uma contradição completa. Na verdade, ninguém é obrigado a votar, é somente forçado a comparecer à uma seção eleitoral, faça chuva ou faça sol, queira ou não queira. Resultado, de 86 para cá, a abstenção somada aos votos nulos e em branco, superam os votos válidos para deputados federais. Dos 81 senadores, somente 3 ultrapassaram essa barreira da indiferença eleitoral. O processo eleitoral deveria ser a antesala do aprendizado democrático, e foi para isso que os jovens de 16 anos ganharam o direito de votar. Certíssimo. Por que não estender essa prerrogativa aos demais eleitores ? Votar sim, mas por dever e por prazer, jamais por coerção. De notar: nas democracias mais consolidadas do mundo o voto é facultativo e, mesmo na eventualidade de baixo comparecimento, isso não afeta a legitimidade dos eleitos. Vou mais longe, até a eleição indireta é mais saudável do que esta falácia eleitoral com uma enxurrada de votos inúteis. Já temos o voto eletrônico e, daqui a pouco, o voto será via internet, então até quando teremos que sair de casa para votarmos contrariados ?



Escrito por pranxa&jleandro às 11h40
[   ] [ envie esta mensagem ]




eu e o logon =]

Escrito por pranxa&jleandro às 19h49
[   ] [ envie esta mensagem ]




A música está presente em todos os ambientes, os sons são notas musicais que muitas vezes passam despercebidos por nós; sons podem vir do carro que passa, do apito da sirene, do vento que balança as folhas, do bebê que chora ou mesmo balbucia... sons/músicas tão presentes em nossa vida. Somos afetados por eles sem pensar ou sentí-los.

Muitos dizem que há uma música para cada momento , quando estamos com alguns amigos queremos músicas mais animadas, às vezes estamos sós e ouvimos músicas mais suaves, não há um padrão definido , depende daqueles que escutam.

Estar atento ou melhor aguçar nossa audição é uma aprendizagem , o ato de nos atermos ao som que nos rodeia.

A palavra música sugere diversas idéias relacionadas às diferenças que caracterizam os inúmeros estilos musicais, à época, aos motivos que geraram sua criação e à ligação aos aspectos sociais. Uma canção de ninar é sensivelmente diferente das batidas dos tambores que marcavam o ritmo das remadas escravas nas galeras. O canto gregoriano difere em tudo do som de um grupo de rock, porém, todas essas formas sonoras de expressão são chamadas de música.

A música altera nosso estado de espírito. O corpo reage às vibrações dos sons, são despertadas emoções que interferem no funcionamento de nosso organismo. Existem teorias que comprovam as reações de células e órgãos através destas emoções que são deflagradas.

A música pode alterar e liberar partes reprimidas inscritas em nosso corpo . O ser traz consigo as marcas de sua história , em forma de movimento , apreendemos padrões de movimento que nos ditaram o que fazer ou deixar de fazer. Ao longo da história a música esteve presente e influente nas sociedades. Tão antiga quanto o homem, a Música Primitiva era usada para exteriorização de alegria, prazer, amor, dor, religiosidade e os anseios da alma. Darwin declarou que a fala humana não antecedeu a música, mas derivou dela.

A musicoterapia , a Biodança são trabalhos terapêuticos que utilizam a música como facilitador na expressão e elaboração das emoções.

Uma "dieta sonora" pode ser praticada tanto por pessoas com problemas de origem física e emocional, quanto por pessoas que não apresentam nenhum sintoma patológico. Afinal, todos estamos sujeitos ao estresse provocado pelo simples fato de estarmos vivendo em sociedade!

Essa dieta consiste em vários procedimentos, como: tocar um instrumento, envolver-se em movimentos de dança, praticar vocalizações, participar de grupos que cantam ou simplesmente ouvir música para relaxar. Sons adequadamente selecionados levam pessoas ao equilíbrio orgânico, mental e a ajustes de comportamento.

No trabalho com dinâmicas de grupo a música é um instrumento fundamental , ela dá o "tom" aos exercícios utilizados. Mas é preciso senso para escolher uma música .Observe o que Pricilla Valenti nos diz:

Músicas em tom menor e ritmos lentos diminuem a capacidade de trabalho muscular. Acordes ininterruptos abaixam a pressão sangüínea e acordes secos e repetidos elevem-na. Ritmos irregulares do jazz e rock causam a perda do ritmo normal de batidas cardíacas. O rock eleva a pressão do sangue, portanto é nocivo aos hipertensos e, como as pulsações cardíacas afetam o estado emocional, esse estilo provoca tensão e desarmonia espiritual.

A música suave e os sons harmoniosos são os mais indicados e podem se tornar relaxantes, sedativos ou estimulantes, dependendo do ritmo musical. Este relaciona-se com a pulsação cardíaca normal de 65 a 80 batimentos por minuto. Quando o ritmo acompanha essa pulsação, provoca uma harmonização orgânica e o ouvinte tende a acalmar-se e relaxar.

Quando um ritmo musical é mais lento do que os batimentos cardíacos, ocorre uma certa ansiedade e inquietação, um desejo de acelerar o movimento da música; enquanto que, os ritmos excessivamente rápidos provocam excitação porque aceleram as batidas do coração.

Podemos perceber o quanto a música é fundamental e como ela está presente em nossa vida



Escrito por pranxa&jleandro às 11h35
[   ] [ envie esta mensagem ]




Educação e Tecnologia
Linguagem e Tecnologia
Gilson Fais, 19/02/2003

Há atualmente no planeta Terra algo em torno de 7 bilhões de seres humanos e destes 1,5 bilhão estão na China. Os ideogramas chineses são, para muitos, enigmáticos e fascinantes. Parece uma língua alienígena, como a imagina o ideário popular. Ao estudá-la, no entanto, verificamos que ostenta a mesma complexidade que qualquer outra língua, como o nosso português. Há, naturalmente, peculiaridades típicas da cultura chinesa que revelam a forma com que um falante da língua (refiro-me ao mandarim tradicional) atribui significado aos objetos do seu cotidiano. Estudar uma língua é envolver-se com a cultura do povo que a pratica.

A tecnologia é como uma língua, precisa ser estudada, compreendida através do seu uso e aplicação sistemática. No singular, refere-se ao conjunto de técnicas associadas para a solução de problemas específicos conhecidos ou por conhecer. Há, portanto, tantas tecnologias quanto problemas por serem resolvidos.

No âmbito da Educação, a tecnologia que nos interessa aqui é a que envolve a ciência da telemática. Esta ciência resulta, abreviadamente, da fusão das Telecomunicações com a Informática. Compõe, portanto, dois campos de aplicações: o das comunicações e o da computação. Hoje não se pode dissociar um do outro, posto que o processamento de informação, isto é, a computação, é imprescindível à manutenção das atividades humanas. Os critérios obstinadamente perseguidos por todo profissional da área são: a rapidez, a eficiência e a segurança. E a utilização correta da língua é aquela que permite que a comunicação entre duas ou mais pessoas se dê de forma eficiente, rápida e segura. E sabemos que não é preciso, no ato da fala, ficar procedendo à análise sintática para dizer que preferimos um sorvete a uma torta. No entanto, quando vamos escrever uma carta ou um artigo científico, será preciso cuidar da gramática para não corrermos o risco de sermos mal interpretados.

A dependência humana desse processamento de informações é total. A civilização atual é fruto das tecnologias ora em uso e, mais, as tecnologias em uso são o resultado dos padrões civilizatórios atuais. E o padrão atual parece ser: consumir, consumir o máximo possível. O que significa dizer que as necessidades humanas geram as tecnologias e, conforme as tecnologias vão sendo aplicadas vão gerando novas necessidades por força de ações não inteiramente previsíveis. Exemplo: a Internet surgiu da necessidade da troca de informações entre cientistas (na forma de textos, sobretudo). A partir da extensão do seu uso, ou seja, a partir do momento em que pessoas “comuns” e empresas passaram a utilizá-la, outras necessidades surgiram (interfaces gráficas elaboradas e multimídia) levando à ampliação dos canais para troca de informações, melhoria do hardware e software, criação de legislação específica, segurança, etc. Como conseqüência, a Internet vem ocupando cada vez mais importância para a Economia Mundial o que, por sua vez, vem gerando investimentos em novas tecnologias... É um ciclo complexo em crescimento contínuo. E, desejando ou não, enquanto fizermos parte da sociedade, estaremos envolvidos. E é cada vez mais difícil decidir que tipo de envolvimento – e com que extensão – teremos com isso tudo.

É inegável que as tecnologias têm efeitos benéficos para a espécie humana, ampliando a produção de alimentos com qualidade, remédios, infraestrutura habitacional, etc. Mas também tem o seu lado predatório, a medida em que produz resíduos tóxicos até então nunca acumulados. Para ver um panorama da produção de lixo tóxico por conta da evolução tecnológica, veja o site da Silicon Valley Toxics Coalition: www.svtc.org. O padrão civilizatório atual vive um dilema: manter as atuais taxas de consumo dos paises ricos levará inevitavelmente a níveis críticos o atual desequilíbrio ambiental. Se as soluções virão paradoxalmente da própria evolução tecnológica é algo que precisaremos esperar para conferir.

Falar de tecnologia é, portanto, integrar em um mesmo plano uma multidão de fatores. A tecnologia não é algo que se possa limitar e localizar para que o dedo em riste lhe apanhe de um só lance. Tecnologia é necessariamente confluência de intenções técnicas e políticas, isto é, inclui os suportes materiais (elementos fisicos, químicos, matemáticos, etc) e o suporte humano (interesse pessoal, prazer, vontade, etc). Esses elementos vêm entrelaçados porque compõe um conjunto que possui relativa independência. Isso significa que o produto tecnológico pode se originar devido a necessidades físicas reais ou psicológicas. E ainda que tal tecnologia se desenvolva para um fim especifico, ao longo do tempo adquirirá intenções por conta da sua aplicação. A tecnologia aplicada leva às tecnologias possíveis. E o ator dessa transformação é sempre humano. Não há ator tecnológico (por enquanto).

A tecnologia, nesse sentido, é linguagem. E a linguagem evolui por conta de seu exercício contínuo. Uma pessoa que não seja alfabetizada e, portanto, não faça uso da linguagem culta, falará um português diferente, e não errado. E é por conta da fala do português por milhões de pessoas que a língua portuguesa vai se alterando. Leia a carta de Pero Vaz de Caminha (veja em: www.cce.ufsc.br/nupill/literatura/carta.html) e compare o português que ele utilizou com o português utilizado pelo atual primeiro ministro de Portugal ou mesmo pelo presidente Lula. A língua, como a tecnologia, evolui por conta de sua aplicação. E não há como dizer para onde evoluirá a língua, ou a tecnologia, porque é o seu uso cotidiano que definirá isso.

A todo instante novos produtos tecnológicos são lançados, mas nem todos permanecem. A maior parte desaparece tão rapidamente quanto surgiu. Isso porque o que podemos fazer é apenas supor o caminho e procurar orientar sua evolução. Mas não se pode determinar completamente o caminho. É isso que faz o futuro ser o que ele é: imprevisibilidade, praia de sonhos.




Escrito por pranxa&justino às 08h26
[   ] [ envie esta mensagem ]


[ ver mensagens anteriores ]


 
Histórico
  07/11/2004 a 13/11/2004
  26/09/2004 a 02/10/2004
  05/09/2004 a 11/09/2004
  15/08/2004 a 21/08/2004
  08/08/2004 a 14/08/2004


Outros sites
  UOL - O melhor conteúdo
  BOL - E-mail grátis
Votação
  Dê uma nota para meu blog